Ansiedade, medo de rejeição e hipervigilância emocional não surgem do nada. Eles seguem padrões que podem ser compreendidos e modificados.
Quando as mesmas inseguranças, conflitos ou frustrações aparecem em relações diferentes, é sinal de que existe um padrão operando. Identificar isso é o primeiro passo para interromper o ciclo.
Muitos desses comportamentos estão ligados a padrões cognitivos e esquemas emocionais aprendidos ao longo da vida.
Eles moldam a forma como você interpreta situações, reage e se posiciona nos relacionamentos.
Sou psicóloga clínica, atuo com abordagem baseadas em evidências, atendendo mulheres adultas que enfrentam ansiedade e dificuldades relacionais. Meu trabalho é ajudar você a compreender o que mantém seus ciclos e desenvolver respostas emocionais mais seguras e funcionais.
Sim, esse é o foco principal. Muitas vezes, para manter um relacionamento, abrimos mão de quem somos. Na terapia, vamos resgatar sua identidade, seus limites e seus desejos, para que você não precise se anular para ser amado(a).
O objetivo não é “apagar” o passado, mas sim tirar o peso emocional dele. Vamos trabalhar para que essa lembrança deixe de ser uma dor paralisante e se torne apenas uma página virada, permitindo que você se abra para novas experiências sem medo.
Isso acontece por causa de padrões inconscientes. Na terapia, vamos identificar o “mapa” que faz você escolher essas pessoas. Quando você entende o porquê, o padrão perde a força e você passa a escolher parceiros que realmente te valorizam.
O medo da solidão costuma ser o que nos mantém em relações ruins. Vamos fortalecer sua autoestima e autoconfiança para que você se sinta completo(a) sozinho(a). Ironicamente, é quando não precisamos desesperadamente de alguém que atraímos as melhores relações.
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